5 mulheres para celebrar em agosto
MÚSICA
7/27/20263 min read
MC Luanna – 44
Esse álbum começa manso, com batidas bem marcadas e um tom melódico, mas sua evolução é audível: de Luana à MC Luanna.
A artista tem como símbolo o número 44, já que esse era o número de sua casa e, na casa ao lado, morava outra Luana.
Ela transita entre temas de sua vivência, superação e empoderamento, dando uma nova voz ao rap nacional.


Em homenagem ao Agosto Lilás, trouxe uma seleção de cinco mulheres para celebrarmos neste mês. Vem conferir!
Elza Soares – A Mulher do Fim do Mundo
Um disco que começa apenas com a voz inconfundível de uma das mulheres mais importantes da música brasileira.
O peso que carregou pode ser sentido em sua voz grave e rouca, que cantava sobre dores e amores, violência, racismo e os direitos das mulheres.
Elza Soares, a mulher do fim do mundo, virou trilha sonora da luta contra o machismo e o feminicídio.
E, uma vez que sua voz, usada para dizer o que se cala, adentra seus ouvidos, é impossível não se emocionar.
Claudya – Deixa Eu Dizer
Uma das musas da bossa nova, Claudya começou sua carreira aos 9 anos de idade. Aos 17, já cantava ao lado dos maiores nomes da música popular brasileira dos anos 1960 e, assim, conquistou prêmios mundo afora.
Você pode até não estar familiarizado com seu nome, mas provavelmente já ouviu um de seus maiores sucessos, Deixa Eu Dizer, sampleado por Marcelo D2 em Desabafo.
A cantora, que comemora 60 anos de carreira em 2026, se apresentou em Campinas em abril. Segue a foto de uma fã realizada ❤️
Liniker e os Caramelows – Cru
Consagradíssima por conta de Caju, nossa onça de pele marrom conquistou diversos prêmios entre 2024 e 2025. Mas você sabe onde tudo começou?
Em 2015, saía um EP com apenas três músicas e um gostinho de quero muito mais: um instrumental impecável e de arrepiar, acompanhado da maravilhosa voz de Liniker.
Orgulho nacional, ela é a única artista brasileira a ter duas participações no programa mais queridinho desta que vos fala: o Tiny Desk, projeto musical acústico e intimista realizado por uma rádio norte-americana.
Maria Bethânia – Álibi
O primeiro disco de Bethânia a ultrapassar a marca de 1 milhão de cópias vendidas.
O álbum traz composições atemporais de Djavan, Gonzaguinha e Chico Buarque, além de duetos inesquecíveis com nossa loba, Alcione, e Gal Costa.
Álibi é um disco denso, carregado de sentimentos, emoções, amores intensos e urgências, cantados na voz monumental de Bethânia.
Segue a minha seleção das musas:










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